Tic tac. Ouve-se outra vez o som da mensagem. Quem é? Ela não se pergunta sobre quem é, ela sabe. É ele. Sempre ele. Tic tac. É ele outra vez, sem nada a acrescentar no texto, mas a aparecer, ali onde ela está sem ele (só...

Meu amor, onde estás? Onde existes e por onde caminhas, onde vives a tua vida? Meu amor que falas a minha língua, meu amor que vês o que eu vejo, meu amor que ouves o que eu ouço, vem sem aviso, não anuncies, mas vem....

IC Espinho-Oriente: Histórias que se escrevem II Desta vez (não sabia ainda eu que podiam acontecer casos de histórias especiais em tão curtos espaços de tempo), o V., a minha nova “personagem”, também à janela. Tenho sempre uma espécie de inveja por quem exibe um lugar...

IC Oriente-Espinho: Escrevo-vos do comboio Sabe-me sempre muito bem ir e digo o ir até lá, ao meu lugar. Ir e ficar um pouco, o suficiente para acalmar a cabeça, o coração, as costas, doem-me mais as costas noutros lugares. Acalmar até as mãos que vão...