23h37 * 02.02.2017 Então é isto? Isto sem mais nada, simplesmente isto, só. Com que propósito nascemos? Só para ficarmos grandes? Porque ficamos cá pendurados até as raízes nos percorrerem a cara? É que ficamos até nos doer o corpo, sentados numa cadeirinha à espera do...

Estou atordoada contigo e é visceral. Não sei se alguma vez te perdoo, mesmo que amanhã esqueça tudo. Hoje não te perdoo. Hoje, a esta hora, neste frio, não te perdoo. E devias saber que não se fazem destas coisas que assassinam o coração. Tenho...

Tic tac. Ouve-se outra vez o som da mensagem. Quem é? Ela não se pergunta sobre quem é, ela sabe. É ele. Sempre ele. Tic tac. É ele outra vez, sem nada a acrescentar no texto, mas a aparecer, ali onde ela está sem ele (só...

Meu amor, onde estás? Onde existes e por onde caminhas, onde vives a tua vida? Meu amor que falas a minha língua, meu amor que vês o que eu vejo, meu amor que ouves o que eu ouço, vem sem aviso, não anuncies, mas vem....

IC Espinho-Oriente: Histórias que se escrevem II Desta vez (não sabia ainda eu que podiam acontecer casos de histórias especiais em tão curtos espaços de tempo), o V., a minha nova “personagem”, também à janela. Tenho sempre uma espécie de inveja por quem exibe um lugar...